A turma EFA N1 foi desafiada a organizar uma tertúlia, alusiva ao tema “Eutanásia”.
Para a preparação desta tertúlia, decidimos visionar o filme “Mar Adentro”, cuja história retrata a vida do marinheiro Ramon Sampedro, que depois de um acidente no mar fica tetraplégico e luta durante 28 anos pelo direito à eutanásia.
Depois dos trabalhos de bastidores, ou seja, pesquisas sobre o tema, elaboração de perguntas para os convidados e toda a preparação técnica, chegou finalmente o dia da nossa tertúlia.
Começamos por fazer as apresentações, e de seguida projectamos um pequeno excerto do filme “Mar Adentro”. Projectamos também algumas frases pronunciadas por Ramon Sampedro, aquelas que entendemos ter um significado mais profundo, aquelas que melhor retratavam o estado de espírito da personagem.
Feita a introdução deu-se início ao debate, convenientemente moderado pelas formandas, Laurentina e Deolinda. As questões foram colocadas e comentadas, gerando alguma discordância entre os participantes. Alguns deles demonstraram uma posição bem definida, a favor da eutanásia, outros, a maioria, acabavam por divergir dependendo da posição ocupada ou da pessoa que é atingida.
Entre outras, foram comentadas as frases “a vida assim não é digna para mim” e “ a vida é um direito, não uma obrigação”. Dada a necessidade do Homem satisfazer as suas necessidades mais básicas, o medo de ser um estorvo ou a revolta e vontade de dizer não ao novo estado, leva a pessoa a pedir o direito a morrer com dignidade.
Mas… a morte será digna?
E viver? É um direito, não uma obrigação?
E aquelas pessoas que não vivem com dignidade, vivem em sofrimento, não sendo, contudo, doentes terminais ou dependentes de terceiros e têm vontade de morrer?
Terá o Homem direito a decidir sobre a vida e a morte?

Para a preparação desta tertúlia, decidimos visionar o filme “Mar Adentro”, cuja história retrata a vida do marinheiro Ramon Sampedro, que depois de um acidente no mar fica tetraplégico e luta durante 28 anos pelo direito à eutanásia.
Depois dos trabalhos de bastidores, ou seja, pesquisas sobre o tema, elaboração de perguntas para os convidados e toda a preparação técnica, chegou finalmente o dia da nossa tertúlia.
Começamos por fazer as apresentações, e de seguida projectamos um pequeno excerto do filme “Mar Adentro”. Projectamos também algumas frases pronunciadas por Ramon Sampedro, aquelas que entendemos ter um significado mais profundo, aquelas que melhor retratavam o estado de espírito da personagem.
Feita a introdução deu-se início ao debate, convenientemente moderado pelas formandas, Laurentina e Deolinda. As questões foram colocadas e comentadas, gerando alguma discordância entre os participantes. Alguns deles demonstraram uma posição bem definida, a favor da eutanásia, outros, a maioria, acabavam por divergir dependendo da posição ocupada ou da pessoa que é atingida.
Entre outras, foram comentadas as frases “a vida assim não é digna para mim” e “ a vida é um direito, não uma obrigação”. Dada a necessidade do Homem satisfazer as suas necessidades mais básicas, o medo de ser um estorvo ou a revolta e vontade de dizer não ao novo estado, leva a pessoa a pedir o direito a morrer com dignidade.
Mas… a morte será digna?
E viver? É um direito, não uma obrigação?
E aquelas pessoas que não vivem com dignidade, vivem em sofrimento, não sendo, contudo, doentes terminais ou dependentes de terceiros e têm vontade de morrer?
Terá o Homem direito a decidir sobre a vida e a morte?



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