quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Preconceitos

Preconceito

s. m.,
Conceito formado antecipadamente e sem fundamento sério;
Superstição;
Prejuízo;
Erro.
www.priberam.pt/DLPO/
No âmbito do núcleo gerador: Reflexividade e Pensamento Critico, foi-nos pedido que realizássemos um trabalho sobre os preconceitos.
Foram feitos cartazes com vários textos e imagens relativos ao preconceito.
No grupo, em que eu estava inserida, escolhemos uma história em banda desenhada que demonstrava o preconceito para com os idosos, escolhemos também algumas frases e imagens que mostram o preconceito relativo as mulheres árabes e ao uso da burca. Por último pesquisamos na Net e escolhemos uma história que, fundamentalmente nos diz que, muitas vezes somos preconceituosos por uma questão de hábito, porque os nossos pais e avós tinham preconceitos relativos a uma certa etnia ou maneira de ser e agir de um determinado grupo de pessoas.
Os preconceitos mais comuns e mais debatidos são os preconceitos raciais, preconceitos religiosos e preconceitos sexuais.
Sejam quais forem os preconceitos, são sempre uma forma irracional de se ver o ponto de vista dos outros.
Se as pessoas reflectissem um pouco em coisas tão simples como, todos nós nascemos, crescemos, rimos e choramos, amamos, temos um coração que bate ao ritmo das nossas emoções e a vida é sempre tão curta para conseguirmos ser felizes, para quê perdermos tempo com coisas tão mesquinhas, como julgarmos os outros pela cor da pele, pela sua religião ou pela sua opção sexual.
Se todos nos pautássemos pela máxima, “ vive e deixa viver” este mundo seria bem melhor.



Formas de preconceito
Preconceito à outra cor - É denominado de racismo e existe principalmente em relação a negros. Há também o racismo contra brancos, amarelos, vermelhos, pardos etc...
Preconceito contra loiras - Quem nunca ouviu uma piadinha sobre loiras burras?
Preconceito à outra religião - Hoje em dia, o maior exemplo deste preconceito é os conflitos no Oriente Médio. A luta entre judeus e islâmicos custa dezenas de vidas diariamente. Grupos extremistas no Iraque matam inocentes cruelmente somente porque são de outra religião.
Preconceito contra as mulheres - É denominado de machismo e existe por causa do antigo papel das mulheres como dona de casa. O machismo gera muita mágoa porque vários homens não reconhecem a capacidade das mulheres de fazerem algo diferente à costurar e cozinhar.
Preconceitos quanto a classe social - Ricos discriminam pessoas de baixa classe social, com famosas frases do tipo: “Isso é coisa de pobre!”, Ou vice-versa.
Preconceito contra pessoas de outra orientação sexual - Homossexuais e bissexuais são muito agredidos moralmente e até fisicamente só por não serem “iguais”. É uma triste realidade, tanto que vários escondem sua preferência sexual.
Andreia Cruz
Madalena Dias

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Visita á empresa bifase







No dia 23 de Outubro de 2008 a turma EFA N1 realizou uma visita de estudo á empresa Bifase, que se localiza na cidade de Lordelo. Fomos recebidos pelo Sr. Abílio Pacheco que nos mostrou as instalações da empresa, dando explicações do funcionamento de cada sector.
O objectivo desta visita de estudo era obter informação para a construção de um organograma
empresarial.



De uma forma simpática e bem disposta todas as formandas da turma EFA N1 agarraram nos seus cadernos de apontamentos para registar todos os passos importantes da visita de estudo, para a realização deste trabalho.
Com a nossa simpatia tentamos chantagear o Sr. Abílio Pacheco para nos fornecer o organograma correcto, mas por causa da formadora Cátia não conseguimos, não tendo outra solução tivemos que nos empenhar na realização do trabalho. Ora vejam o resultado.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Visita ao Museu da Imprensa








Visita ao Museu nacional da Imprensa

A visita ao museu nacional da imprensa, foi realizada na quinta-feira dia 30 de Outubro. Esteve uma noite chuvosa (detesto dias de chuva), apanhamos muito trânsito na VCI.
O museu está situado na Estrada Nacional 108 (a montante da ponte do Freixo), Porto.
O director do museu, Dr. Miguel, estava à nossa espera (chegámos atrasados por causa do trânsito), mais os formadores, Cátia Pontes (PRA), José Lopo (CP).
A visita guiada pelo Dr. Miguel começou pela parte das máquinas mais antigas. Começou com a Fundição seguido e por ordem: Composição, Impressão e Encadernação.
Na parte da Fundição, vimos os caracteres de madeira e depois os de metal. A parte que me captou mais atenção, foram os armários onde se guardavam os caracteres.
Depois visitámos as galerias onde está a exposição, Concurso Europeu de Cartoon 2007. Esta mostra é sobre: Desigualdades, Discriminações e Preconceitos. Dentro dos muitos que gostei, destaco o de Ivailo Tsvetkov. Bulgária, representação de três sanitas, duas de cor branca e outra de cor preta, com o titulo For Black.
Que aprendizagem fizemos desta visita?
Que por volta de 1450 Gutenberg utilizou pela primeira vez os caracteres móveis, para impressão nas tipografias, que se expandiu rapidamente por toda a Europa. A partir de Gutenberg a impressão foi sempre evoluindo até aos dias de hoje, com impressoras ultras rápidas e com vários estilos de letras.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Núcleo Museológico de Vilar







No dia 11 de Outubro de 2008, a turma EFA N1 realizou uma visita de estudo ao Núcleo Museológico de Vilar, com vista a fortificar conhecimentos relativos à evolução telefónica, visando consolidar competências na área CLC.
Ao longo da visita, deparamo-nos que a tecnologia actual não tem qualquer tipo de comparação a nível de componentes e de estética em relação aos modelos das gerações anteriores.
O objectivo desta visita era conhecer a evolução do telefone desde que este chegou a Portugal. Esta permitiu-nos conhecer e observar ao vivo como se processavam as chamadas numa das primeiras etapas do desenvolvimento tecnológico. No decorrer da visita ficamos impressionadas com as regras às quais estavam submetidas as telefonistas e com o árduo trabalho que tinham de desempenhar, pois tudo era feito manualmente através do quadro de comutação manual.
No final desta visita ficamos gratas á Dr.ª Manuela Oliveira, ao engenheiro Horácio e à ex-telefonista D. Rosa pela disponibilidade que nos dispuseram.